Fluxos

Joao Beber
A disposição dos blocos não feitas de forma perimetral, com uma das esquinas livre, e passagens terreas em outras duas esquinas, criando eixos de fluxos, e um átrio central, o vazio.
o escalonamento do edifício serve para retirar sua monotonia e a impressão de paredões para os transitantes nas ruas e calçadas.
Terraços
Nome: Danielle Stobienia
Justificativa:
O padrão volumétrico dos centros urbanos é predominantemente vertical. Com objetivo de criar confronto de massas, foi escolhido trabalhar com o conceito de horizontalidade nesta quadra fictícia, de modo que uma massa que traduza o padrão volumétrico do próprio bairro e seja, também, uma maneira de chamar a população circulante.
Além disso, a implantação toma o perímetro da quadra, permitindo livre penetração na porção central e circulação nas laterais da quadra, criando fluxos que passam por vãos e vazios criados pela subtração de massa em alguns volumes principais.
A massa vertical, em contrapartida marca o complexo, criando identidade visual significativa ao conjunto. Esta se conecta ao objeto da mesma que este à quadra, tomando o padrão de conexões de circulação um partido de integração de volumes e espaços.
Referências:
substância
A categoria da substância é aquilo que pemanece nas coisas apesar de suas mudanças, e permite o reconhecimento destas mesmo que adotando diferentes formas. A quadra pode assumir diversas formas, porém sempre será um local onde se mora, trabalha, compra e se diverte.
REFERÊNCIAS:
Liangzhu cultural village Qi Xin Architects and Engineers
Blur hotel or Mumianhua hotel
Studi Pei- Zhu
House 8
BIG
Marina Luna
Vortex




Exercício 1



Para o desenvolvimento da quadra foi escolhida com diretriz principal a formação de percursos e conexões entres os edifícios além permeabilidade da quadra. Esse percurso definiu a formação de espaços públicos de maior ou de menor exposição dentro das quadras, o que proporciona uma maior diversidade de usos.


Exercício 1

Justificativa: Os edifícios se compõem de forma a maximizar a incidência de iluminação natural tanto em sua relação entre si quanto no espaço interno, mantendo um gabarito relativamente baixo. Isso propicia também uma ocupação mais diversificada, o que, por sua vez, resulta em maior movimentação de pessoas (dia e noite), facilitando a segurança. Com a ocupação perimetral, a praça interna se torna o foco do convívio e lazer, para onde se voltam os edifícios e seus balcões semi-públicos/privados, criando, além disso, um eixo de circulação através da quadra.
Referências projetuais:

CityCenterDC, Washington DC, USA – Foster + Partners




Sobreposição de circulações
Referências:
Actelion Business Center - Herzog & De Meuron
Schulumberger Brazil Research & Geosciences Center - Siegibert Zanettini
Justificativa: A volumetria partiu da idéia de unir uma quadra com densidade elevada porém permeável para o pedestre. Para tanto foram sobrepostos três volumes em formato de L que criam eixos de circulação dentro e fora do edífcio e liberam o solo através da verticalização. A forma permite também a criação de pequenas praças externas e internas ao edifício.
Fluxos Urbanos _ estudos projetuais
Thalita Carvalho


Este estudo iniciou-se do entendimento da necessidade do público em realizar o máximo uso do espaço. Para tanto crio-se diversas vias que possibilitam o acesso a área central e conseqüentemente ao cruzamento do lote . O gabarito crescente foi estabelecido para ao mesmo tempo proporcionar uma relação entre os blocos e determinar diferentes modos de uso.
v
Referências projetuais
v
Les Hautes Formes, Paris. Arquiteto Christian de Portzamparc, 1975 [PORTZAMPARC, Christian de. A terceira era da cidade]. GUERRA, Abilio. Quadra aberta, uma tipologia urbana rara em São Paulo. http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.124/3819.
Exercício 01 - Giusepe
Uma quadra inserida em um meio urbano tipicamente comercial.
Em um bairro como esse os lotes com esquina são, invariavelmente, muito caros comparados aos lotes centrais. O valor de tais propriedades é estipulado através, principalmente, do perímetro de suas vitrines.
Contudo, esse mesmo bairro comercial, que vive das trocas, é considerado um dos mais pobres da cidade. Isso se deve ao processo evolutivo e políticas urbanas durante toda a construção da cidade.
Dentro de tais condições, a população foi obrigada, por força das consequências, a ocupar quase que unicamente os lotes centrais. A densidade aumenta, como forma de baratear o edifício, e todos os lotes com maiores áreas se tornam espaços públicos improvisados: quadras de futebol, churrasqueiras, parques...
Vale notar também os postes, locais com incontáveis ligações ilegais, forma de popularizar serviços como a internet e a TV fechada: Caracterizam, de forma única, a paisagem urbana construída irregularmente e no improviso. Irregularidade essa também existente no skyline do bairro.

...uma quadra qualquer...

. Justificativa .
A proposta visa trabalhar um novo conceito de passeio urbano. Parte do princípio de uma ocupação perimetral, contudo transcende a linearidade da calçada alargando-na em formas triangulares, configuradas pela própria implantação dos edifícios. O pedestre, pois, ganha da quadra espaços de caráter público, embora não necessariamente de domínio público. Entretanto, a configuração da quadra não pode ser considerada estritamente perimetral: na diagonal NO-SE, a área interna da quadra, que apresenta dois volumes pontuais mais verticais, se abre e oferece atravessamento ao pedestre, inserindo-se e dissolvendo-se na vida urbana sem perder sua unidade como quadra.
Proposta quadra urbana












