2011au118

AU118|2o sem 2011|fec-unicamp|gabriela celani e leandro medrano

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Fluxos

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Joao Beber

A disposição dos blocos não feitas de forma perimetral, com uma das esquinas livre, e passagens terreas em outras duas esquinas, criando eixos de fluxos, e um átrio central, o vazio.

o escalonamento do edifício serve para retirar sua monotonia e a impressão de paredões para os transitantes nas ruas e calçadas.

Terraços

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Nome: Danielle Stobienia


Justificativa:

O padrão volumétrico dos centros urbanos é predominantemente vertical. Com objetivo de criar confronto de massas, foi escolhido trabalhar com o conceito de horizontalidade nesta quadra fictícia, de modo que uma massa que traduza o padrão volumétrico do próprio bairro e seja, também, uma maneira de chamar a população circulante.

Além disso, a implantação toma o perímetro da quadra, permitindo livre penetração na porção central e circulação nas laterais da quadra, criando fluxos que passam por vãos e vazios criados pela subtração de massa em alguns volumes principais.

A massa vertical, em contrapartida marca o complexo, criando identidade visual significativa ao conjunto. Esta se conecta ao objeto da mesma que este à quadra, tomando o padrão de conexões de circulação um partido de integração de volumes e espaços.


Referências:





substância

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A categoria da substância é aquilo que pemanece nas coisas apesar de suas mudanças, e permite o reconhecimento destas mesmo que adotando diferentes formas. A quadra pode assumir diversas formas, porém sempre será um local onde se mora, trabalha, compra e se diverte.
Para projetar a quadra em tese foi feito um módulo de 11x11x3 m, o qual se modifica de acordo com a função de cada edifício. Há cheios e vazios, reentrâncias, inclinações, diferentes alturas mas o módulo permanece, assim como a essência de quadra. Além disso existe um percurso, que passa por duas grandes praças centrais enfatizando o valor destas, o que infelizmente não acontece muito no urbanismo brasileiro. Na praça maior há um paisagismo com espécies variadas de acordo com seus tamanhos, seguindo um pouco a tipologia da quadra.

REFERÊNCIAS:

Liangzhu cultural village Qi Xin Architects and Engineers




















Blur hotel or Mumianhua hotel
Studi Pei- Zhu




















House 8
BIG
















Marina Luna

Vortex

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Nome: Tainá Ceccato

Justificativa:
A quadra proposta parte de uma tipologia de ocupação perimetral, largamente empregada em projetos como o de Cerdà para Barcelona. Essa escolha tipológica se reapropria do conceito básico de organização das cidades, em que há um centro tradicional - e, portanto, automaticamente, uma periferia e uma classe excluída (como exposto por Koolhaas no livro SMLXL). A variação na escala desse centro e de seu raio de alcance surge como estratégia para reverter seu caráter excludente e transformá-lo em ponto de convergência.
O uso do subsolo apresenta-se como alternativa para o aumento da densidade sem que a ocupação verticalizada comprometa o contato com o pedestre e a coerência entre a escala da cidade e seus habitantes (de acordo com Jane Jacobs, tal relação é preservada em edifícios de até seis pavimentos).
Dessa forma, os dois princípios básicos do projeto - densidade e centralidade - se unem em um só: a densidade, não sendo suficiente sozinha para criar uma vivacidade interessante, precisa de um espaço público atraente para onde convergir; o centro precisa de pessoas para habitá-lo.
Ademais, um bosque regular marca a entrada e faz um contraponto à tipologia da quadra tanto em termos de desenho e forma, como por trazer um elemento mais natural e menos urbano.

Referências:
l´AUC Architects and Urbanists | Territory-Object-Density | Grand Paris Stimulé | 2009

SANAA | Museum of Contemporary Art | Nova York | 2007

Tomohiko Amemiya | Necklace - Concurso do Museu de Ciências da UNICAMP | Campinas | 2009

Yi Cheng Pang | Resisting the Generic Empire | Singapura | 2006

Exercício 1

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Nome: Rose Galvão

Título: Praças deslocadas

Justificativa: A ideia inicial era criar locais de encontro que não fossem centralizados, ao mesmo tempo, pensando em algumas premissas de projeto um edifício lâmina com 10 ou 15m de largura teria facilmente resolvido a iluminação quase sem necessidade de iluminação artificial. As esquinas trabalhadas como pontos de encontro e jardins na parte superior dos edifícios foram pensados para um gabarito baixo máximo 7m de altura para que o usuário não se sinta oprimido ao ter os edifícios rentes a calçada.


Referências:

Plano Cerdà, Barcelona - Ildefonso Cerdà


City Center, Washington DC - Foster + Partners


Superquadras, Brasília - Lúcio Costa


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UMA QUESTÃO DE PERCURSOS E CONEXÕES

RONALDO FERRARI JR


Para o desenvolvimento da quadra foi escolhida com diretriz principal a formação de percursos e conexões entres os edifícios além permeabilidade da quadra. Esse percurso definiu a formação de espaços públicos de maior ou de menor exposição dentro das quadras, o que proporciona uma maior diversidade de usos.

Definidos os percursos, os gabaritos foram estudados a partir da direção predominante dos ventos (sudeste) e da insolação. Assim, o gabarito cresce na direção do vento e decresce a favor da insolação. As duas forças possibilitaram a formação de um prisma irregular para conter os edifícios e definir as alturas.



Referência: The Jarde Partnership - Parque Osaka



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Nome: Helena N. Gatti

Titulo: Por entre caminhos

Justificativa: A realidade urbana envolvida pelas constantes alterações, fluidez e ânsias por novos caminhos, realidades mais democráticas e dinâmicas espaciais, foi o ponto de partida deste projeto.
Considerou-se a variabilidade de formas e usos como diretriz fundamental, proporcionando espaços públicos intersticiais e propondo caminhos variados por entre os edifícios, os quais tiveram sua forma desenvolvida em função da experiência urbana almejada.
A dinamicidade e a heterogeneidade trouxeram para si a responsabilidade de compor espaços diferenciados, tanto no solo quanto nas coberturas e interligações propostas, com o intuito de proporcionar ao usuário maior apropriação com o urbano, questionando a relação edifício-cidade, mesclando escalas e tecendo novas conexões entre elas.

Referências:

- Typological urbanism and the idea if the city
Christopher CM Lee, Sam Jacoby




Bolam Lee, Multiplex City, Seoul, South Korea, Diploma Unit 6
(tutors: Christopher Lee anda Sam Jacoby)
Achitectural Association, London, 2007


Exercício 1

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Bianca G. Paladini


Núcleo de Convívio

Justificativa: Os edifícios se compõem de forma a maximizar a incidência de iluminação natural tanto em sua relação entre si quanto no espaço interno, mantendo um gabarito relativamente baixo. Isso propicia também uma ocupação mais diversificada, o que, por sua vez, resulta em maior movimentação de pessoas (dia e noite), facilitando a segurança. Com a ocupação perimetral, a praça interna se torna o foco do convívio e lazer, para onde se voltam os edifícios e seus balcões semi-públicos/privados, criando, além disso, um eixo de circulação através da quadra.

Referências projetuais:

Masterplan Kortrijk, Belgium – SAQ Architects


CityCenterDC, Washington DC, USA – Foster + Partners


Central St. Giles Court Mixed-use Development, London – RPBW



Sobreposição de circulações

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Referências:





























Actelion Business Center - Herzog & De Meuron






















Schulumberger Brazil Research & Geosciences Center - Siegibert Zanettini





Justificativa: A volumetria partiu da idéia de unir uma quadra com densidade elevada porém permeável para o pedestre. Para tanto foram sobrepostos três volumes em formato de L que criam eixos de circulação dentro e fora do edífcio e liberam o solo através da verticalização. A forma permite também a criação de pequenas praças externas e internas ao edifício.

Fluxos Urbanos _ estudos projetuais

Um comentário


Thalita Carvalho


Este estudo iniciou-se do entendimento da necessidade do público em realizar o máximo uso do espaço. Para tanto crio-se diversas vias que possibilitam o acesso a área central e conseqüentemente ao cruzamento do lote . O gabarito crescente foi estabelecido para ao mesmo tempo proporcionar uma relação entre os blocos e determinar diferentes modos de uso.


v

Referências projetuais

v



Les Hautes Formes, Paris. Arquiteto Christian de Portzamparc, 1975 [PORTZAMPARC, Christian de. A terceira era da cidade]. GUERRA, Abilio. Quadra aberta, uma tipologia urbana rara em São Paulo. http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.124/3819.




Exercício 01 - Giusepe

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Uma quadra inserida em um meio urbano tipicamente comercial.

Em um bairro como esse os lotes com esquina são, invariavelmente, muito caros comparados aos lotes centrais. O valor de tais propriedades é estipulado através, principalmente, do perímetro de suas vitrines.

Contudo, esse mesmo bairro comercial, que vive das trocas, é considerado um dos mais pobres da cidade. Isso se deve ao processo evolutivo e políticas urbanas durante toda a construção da cidade.

Dentro de tais condições, a população foi obrigada, por força das consequências, a ocupar quase que unicamente os lotes centrais. A densidade aumenta, como forma de baratear o edifício, e todos os lotes com maiores áreas se tornam espaços públicos improvisados: quadras de futebol, churrasqueiras, parques...

Vale notar também os postes, locais com incontáveis ligações ilegais, forma de popularizar serviços como a internet e a TV fechada: Caracterizam, de forma única, a paisagem urbana construída irregularmente e no improviso. Irregularidade essa também existente no skyline do bairro.



Kowloon_1973 CHINA


Rem Koolhaas, Ole Scheeren, and Office for Metropolitan Architecture, TVCC (Television Cultural Center), 2009, Beijing CHINA

http://www.youtube.com/watch?v=6hSPFL2Zlpg&eurl=http%3A%2F%2Fsoberhigh.wordpress.com%2F2009%2F02%2F12%2Fan-architectural-tragedy-fire-engulfs-landmark-of-skyline-in-beijing%2F&feature=player_embedded

...uma quadra qualquer...

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. Nome .
Natália Amgarten

. Título .
(ES)QUINAS URBANAS

. Referências Projetuais .



. Justificativa .

A proposta visa trabalhar um novo conceito de passeio urbano. Parte do princípio de uma ocupação perimetral, contudo transcende a linearidade da calçada alargando-na em formas triangulares, configuradas pela própria implantação dos edifícios. O pedestre, pois, ganha da quadra espaços de caráter público, embora não necessariamente de domínio público. Entretanto, a configuração da quadra não pode ser considerada estritamente perimetral: na diagonal NO-SE, a área interna da quadra, que apresenta dois volumes pontuais mais verticais, se abre e oferece atravessamento ao pedestre, inserindo-se e dissolvendo-se na vida urbana sem perder sua unidade como quadra.

Proposta quadra urbana

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Nome: Mônica Cianfarani

Referências:
Peter Eisenman - Checkpoint Charlie, Berlin
Barcelona - Plano Cerdá

Justificativa: A quadra foi pensada na projeção do pedestre e sua visão.Com uma ocupação nas bordas com a criação de uma praça no centro sendo acessível pelo pedestre que ao contornar a quadra densamente ocupada observa um respiro na paisagem com a entrada de um caminho auxiliar. No centro da quadra a praça preza pela iluminação natural tendo a arquitetura voltada em melhor se aproveitar desta. A arquitetura também auxilia com a criação de volumes que em um pavimento se retrai e em outro pavimento se sobressai criando varandas e coberturas que na projeção da quadra cria um caminho coberto para o pedestre.


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EXERCÍCIO 01















Nome: Debora M. Fantinato

Justificativa: Com a finalidade de minimizar a ocupação do solo, volumes foram elevados, criando um espaço voltado para pedestres entre os edifícios. Os volumes diversificados indicam que a apropriação de cada um deles é distinta, ao mesmo tempo que relacionadas. Esta relação é reforçada pela passarela que interliga todos os edifícios. A escolha por um adensamento vertical foi um reflexo do que simboliza a cidade de São Paulo como um centro financeiro e corporativo, além de ser a mais populosa do País.

Referências:

OMA . Louisville Museum Plaza . Kentucky, EUA .


OMA . Story Tower . Jersey .

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